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sábado, 9 de abril de 2011

A ORIGEM DA PÁSCOA

Qual é a origem e significado da Páscoa? 
Como surgiu a idéia do coelho e ovos de chocolate? 
E por que na sexta-feira dizem que não se deve comer carne mas sim peixe?
A páscoa pode cair em qualquer domingo entre 22 de março e 25 de abril. Tem sido modernamente celebrada com ovos e coelhos de chocolate com muita alegria. O moderno ovo de páscoa apareceu por volta de 1828, quando a indústria de chocolate começou a desenvolver-se. Ovos gigantescos, super decorados, era a moda das décadas de 1920 e 1930. Porém, o maior ovo e o mais pesado que a história registra, ficou pronto no dia 9 de abril de 1992. É da Cidade de Vitória na Austrália. Tinha 7 metros e dez centímetros de altura e pesava 4 toneladas e 760 quilos. Mas o que é que tem a ver ovos e coelhos com a morte e ressurreição de Cristo?
A origem dos ovos e coelhos é antiga e cheia de lendas. Segundo alguns autores, os anglo-saxões teriam sido os primeiros a usar o coelho como símbolo da Páscoa. Outras fontes, porém, o relacionam ao culto da fertilidade celebrado pelos babilônicos e depois transportado para o Egito. A partir do século VIII, foi introduzido nas festividades da páscoa um deus teuto-saxão, isto é, originário dos germanos e ingleses. Era um deus para representar a fertilidade e a luz. À figura do coelho juntou-se o ovo que é símbolo da própria vida. Embora aparentemente morto, o ovo contém uma vida que surge repentinamente; e este é o sentido para a Páscoa, após a morte, vem à ressurreição e a vida. A Igreja no século XVIII adotou oficialmente o ovo como símbolo da ressurreição de Cristo. Assim foi santificado um uso originalmente pagão, e pilhas de ovos coloridos começaram a serem benzidos antes de sua distribuição aos fiéis.
Em 1215 na Alsácia, França, surgiu à lenda de que um dos coelhinhos da floresta foi o animal escolhido para levar um ninho cheio de ovos ao principezinho que esta doente. E ainda hoje se tem o hábito de presentear os amigos com ovos, na Páscoa. Não mais ovos de galinha, mas de chocolate. A idéia principal ressurreição, renovação da vida foi perdida de vista, mas os chocolates não, ele continuam sendo supostamente trazidos por um coelhinho…
O Peixe, foi símbolo adotado pelos primeiros cristãos. Em grego, a palavra peixe era um símbolo da confissão da fé, e significava: “Jesus Cristo, filho de Deus e Salvador.” O costume de comer peixe na sexta-feira santa, está associado ao fato de Jesus ter repartido este alimento entre o povo faminto. Assim a tradição de não se comer carne com sangue derramado por Cristo em nosso favor.
Mas vejamos agora, qual é a verdadeira origem da Páscoa?
Não tem nada a ver com ovos nem coelhos. Sua origem remonta os tempos do Velho Testamento, por ocasião do êxodo do povo de Israel da terra do Egito. A Bíblia relata o acontecimento no capítulo 12 do livro do Êxodo. Faraó, o rei do Egito, não queria deixar o povo de Israel sair, então muitas pragas vieram sobre ele e seu povo. A décima praga, porém, foi fatal: a matança dos primogênitos – o filho mais velho seria morto. Segundo as instruções Divinas, cada família hebréia, no dia 14 de Nisã, deveria sacrificar um cordeiro e espargir o seu sangue nos umbrais das portas de sua casa. Este era o sinal, para que o mensageiro de Deus, não atingisse esta casa com a décima praga. A carne do cordeiro deveria ser comida juntamente com pão não fermentado e ervas amargas, preparando o povo para a saída do Egito. Segundo a narrativa Bíblica, à meia-noite todos os primogênitos egípcios, inclusive o primogênito do Faraó foram mortos. Então Faraó, permitiu que o povo de Israel fosse embora, com medo de que todos os egípcios fossem mortos.
Em comemoração a este livramento extraordinário, cada família hebréia deveria observar anualmente a festa da Páscoa, palavra hebraica que significa “passagem” “passar por cima”. Esta festa deveria lembrar não só a libertação da escravidão egípcia, mas também a libertação da escravidão do pecado, pois o sangue do cordeiro apontava para o sacrifício de Cristo, o Cordeiro que tira o pecado do mundo.
A chamada páscoa cristã foi estabelecida no Concílio de Nicéia, no ano de 325 de nossa era. Ao adotar a Páscoa como uma de suas festas, a Igreja Católica, inspirou-se primeiramente em motivos judaicos: a passagem pelo mar Vermelho, a viagem pelo deserto rumo à terra prometida, retirando a peregrinação ao Céu, o maná que exemplifica a Eucaristia, e muitos outros ritos, que aos poucos vão desaparecendo.
A maior parte das igreja evangélicas, porém, comemora a morte e a ressurreição de Cristo através da Cerimônia da Santa Ceia. Na antiga Páscoa judaica, as famílias removiam de suas casas, todo o fermento e todo o pecado, antes da festa dos pães asmos. Da mesma forma, devem os cristãos confessar os seus pecados e deles arrepender-se, tirando o orgulho, a vaidade, inveja, rivalidades, ressentimentos, com a cerimônia do lava-pés, assim como Jesus fez com os discípulos. Jesus instituiu uma cerimônia memorial, a ceia, em substituição à comemoração festiva da páscoa. I Coríntios 11:24 a 26 relata o seguinte:
Jesus tomou o pão, “e tendo dado graças o partiu e disse: Isto é o meu corpo que á dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no Meu sangue, fazei isto todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do senhor, até que ele venha.”
Vários símbolos nesta ceia merecem nossa atenção. O ato de partir o pão indicava os sofrimentos pelos quais Cristo havia de passar em nosso favor. Alguns pensam que a expressão “isso é o meu corpo” signifique o pão e o vinho se transformassem realmente no corpo e no sangue de Cristo. Lembremo-nos, portanto, que muitas vezes Cristo se referiu a si próprio dizendo “Eu Sou a porta” (João 10:7), “Eu sou o caminho” (João 14:6) e outros exemplos mais que a Bíblia apresenta. Isto esclarece que o pão e o vinho não fermentado, são símbolos e representam o sacrifício de Cristo. Ao cristão participar da cerimônia da ceia, ele está proclamando ao mundo sua fé no sacrifício expiatório de Cristo e em sua segunda vinda. Jesus declarou: “Não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber convosco no reino de Meu Pai.” (Mateus 26:29)
Portanto, a cerimônia da Santa-Ceia, que Jesus instituiu, que veio a substituir a cerimônia da Páscoa, traz muitos significados:
1 – O Lava-Pés significa a humilhação de Cristo. Mostra a necessidade de purificar a nossa vida. Não é a purificação dos pés, mas de todo o ser, todo o nosso coração. Reconciliação com deus, com o nosso próximo e conosco mesmo – união – não somos mais do que ninguém. O maior é aquele que serve…
2 – A Ceia significa a libertação do Pecado através do sacrifício de Cristo. Significa também estar em comunhão com ele. E, sobretudo, é um antegozo dos salvos, pois Jesus disse: “Não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber convosco no reino do meu Pai. (Mateus 26:29)

Conclusão:

Advertindo a cada cristão, que tome cuidado com os costumes pagãos que tentam sempre driblar os princípios bíblicos. Não é de hoje, que se nota como os princípios bíblicos são alterados por costumes e filosofias humanas. Adoração a ídolos, a mudança do sábado para o domingo, o coelho e o chocolate, são apenas alguns exemplos das astúcias do inimigo. A Bíblia, e a Bíblia somente, deve ser única regra de nossa fé, para nos orientar, esclarecer e mostrar qual o caminho certo que nos leva a Deus e que nos apresenta os fundamentos de nossa esperança maior que é viver com Cristo e os remidos, num novo céu e numa nova terra. Devemos tomar cuidado com as crendices, tradições, fábulas, e mudanças humanas disfarçadas. Minha sugestão é examinar com oração, cuidado e com tempo as Sagradas Escrituras, para saber o que hoje é crendice ou tradição, estando atento, para saber o que realmente deus espera de cada um de nós.
Jesus foi claro “Fazei isto em memória de mim.” Ele exemplificou tudo o que deve ser feito. E se queremos ser salvos, precisamos seguir o que Jesus ensina e não outras tradições ou ensinamentos. Mateus 15:9 adverte: “Em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens.”
Fonte: jesusvoltara.com.br

A PÁSCOA DO CHOCOLATE

A Páscoa do Chocolate

Por causa do comércio, o diabo tenta distorcer muitas verdades Bíblicas, como por exemplo, a Páscoa (Pessach), confundindo crianças, jovens e adultos até no meio evangélico, com a simbólica troca de “ovos de páscoa feitos de chocolate”, botados por coelhos, e segundo nos consta o coelho não bota ovos, muito menos de chocolate!
A Páscoa é um símbolo de Amor, cuidado e proteção de Deus por nós. Quando o povo de Deus ainda escravo no Egito, a Páscoa foi estabelecida com o sinal do sangue de um cordeiro esborrifado nos umbrais das portas das casas dos israelitas para que o anjo da morte não atingisse os primogênitos das famílias de Israel.
Duas condições básicas para sermos livres do poder do anjo da morte:
01. Estar dentro da Casa – inseridos no Corpo Místico de Cristo – fazer parte da Igreja Universal dos Santos- lembre-se de Noé e sua família que foram salvos porque estavam dentro da Arca. A Arca é Cristo todo inclusivo, nós precisamos estar inseridos na Sua morte e ressurreição a fim de vivermos nossa vida dentro do princípio da vida de cruz; para não ser atingido pelo anjo da morte era necessário que se estivesse em família reunida dentro de casa. Este aspecto fala da nossa comunhão preciosa com Deus e com nossos irmãos, neste tempo de tanta individualidades, tempos em que formamos zonas de seguranças e exacerbado exclusivismo para não permitimos que outros irmãos penetrar em nossas comunhões.
02. Ter o Sangue do Cordeiro passado sobre os umbrais das portas – Ter a firme convicção de ter aceitado a cobertura do Sangue precioso do Senhor Yehoshua, que foi derramado na Cruz do calvário. Tê-Lo recebido como Único e Suficiente Salvador e Senhor de nossas vidas. Mesmo se o indivíduo estivesse dentro da casa e não tivesse o Sangue passado nos umbrais das portas, ele não estaria livre da morte.
Então esta duas condições básicas teriam de ser cumpridas, uma e a outra simultaneamente. Hoje a Páscoa se cumpre em nossas vidas quando reconhecemos e aceitamos o Sangue do Senhor Yehoshua Há’Mashyach, o Cordeiro de Deus, como proteção e purificação de nossos pecados. Então a Páscoa não se trata de uma troca de ovos de chocolates botados por coelhinhos. A verdadeira Páscoa é Yehoshua. Celebraremos então o Senhor Yehoshua. Se quisermos ser livres da Morte Eterna, precisamos do Sangue do Cordeiro de Deus que nos protege e nos guarda para sempre. A Páscoa fala de estarmos inseridos na Vida, Morte e Ressurreição do Senhor Yehoshua.
A Páscoa, também chamada SÉDER (ordem) é uma palavra de origem hebraica, PÊSSACH-(PÊÇAR), que vem do verbo hebraico LIFSOACH AL, significando passar por cima ou passar poupando, tal como aparece na King James Version (A Versão Inglesa do Rei Tiago) "PASS OVER", surgiu conforme registra a Bíblia em SHEMOT (Êxodo) 12, no ano de 1500 antes da E.C, em GOSÉN, no Egito, nos últimos instantes que precederam a saída do povo judeu, após 430 anos de cativeiro egípcio, para a tão prometida e sonhada ERETZ ZAVAT HALAVE UDEVACHE (Terra que mana leite e mel).
Naquele exato momento, instantes que antecederam a última praga sobre os egípcios, a mortandade dos primogênitos, Deus determinou: "ISH SEH LE BÊITH AVOTH SEH LA BAITH (SHEMOT - Êxodo 12.3"). Um cordeiro HOMEM para cada casa, um cordeiro para cada família. - Observe que, em hebraico, macho é ZARRAH e fêmea é NEKEVA, e no texto citado não aparece ZARRA SEH, um cordeiro macho, mas, ISH SEH, um cordeiro homem.
Deus (YHWH), determinou ainda que cada família deveria tomar o cordeiro, simbolizando um homem (ISH SEH) matá-lo, recolher o sangue numa bacia e pintar as vergas e os umbrais das casas, para que, no momento em que o MALAK HA - MAVET (O anjo da Morte) passasse sobre o Egito para matar os primogênitos, não atingisse aqueles que estivessem nas casas pintadas com o sangue. O anjo passaria poupando da morte o povo que assim houvesse procedido. Porque assim disse Deus: VÊ-RAITÍ ÉT HADAM U-FASSÁRHTI ALEHEM - "E vendo Eu sangue, passarei por cima de vós." - SHEMOT (Êxodo 12.13b).
No capítulo 12 de Êxodo diz que todos os primogênitos do Egito foram mortos. Então, espiritualmente falando, até os primogênitos dos filhos de Israel, também foram mortos. É dai que temos essa grande lição. Entendemos claramente que todos os primogênitos foram mortos naquele dia. Tanto os primogênitos Judeus como os Egípcios. Isto não é uma heresia. Deixe-me provar em tese esta afirmação. Quando o Anjo da Morte passou pelas casas dos Judeus ele viu o Sangue do Cordeiro, que pré-figurava a morte de todos os primogênitos incluídos em Cristo. Para Deus ter sua ira aplacada só mesmo com a morte, pois o salário do pecado é a morte!!!
Precisamos repensar com muita seriedade acerca das comemorações paganizadas que invadiram nossas congregações e nossos lares e historicamente aceitamos este casamento com o mundo paganizado. Devemos considerar os aspectos espirituais que envolvem a Páscoa e não nos envolvermos com os festejos deste mundo que querem fazer-nos desviar do alvo, da Centralidade de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, O Cordeiro Pascal e da Sua santa e bendita Palavra.
Finalmente, precisamos urgentemente de Restaurarmos as verdades das Sagradas Escrituras afim de não incorrermos nos mesmos erros que muitos irmãos estão cometendo, envolvendo em práticas erradas por falta de conhecimento da Palavra de Deus.
Autor: Aloizio Sousa Arantes